terça-feira, 13 de março de 2012

Uma boa pedida, Mocaccino no capricho!

Sim, eu ainda estou por aqui.
Não é porque eu não tenho tempo ou coisas assim. Tempo eu até tenho, meu problema é vencer a preguiça de sentar aqui pra escrever. E quando eu escrevo, adivinhe, tem que ser de madrugada, se não a coisa não funciona.


Enfim, darei noticias para vocês antes de mandar ver na pedida de hoje que necessito falar.
Comecei a faculdade três semanas atrás, hahahaha, é faz tempo.
Só quero dizer que após tanto tempo sem saber exatamente o que fazer e querendo fazer muitas coisas, finalmente encontrei o curso perfeito, ele é lotado de desenhos a mão, projetos em computador e leitura.
Santo Deus, melhor que isso só servindo café de graça durante a aula.
É maravilhoso, e , desenhar voltou a ser algo necessário. Mas melhor ainda, é uma necessidade muito agradável, e assim está "ótemo".
Em breve, quando meus desenhos estiverem apresentáveis colocarei alguns por aqui.

Mas vamos ao que interessa.

Preciso falar sobre um livro que foi muuuito legal pra mim.
A Menina que Roubava Livros?Mudei de idéia.
Olhos de Menina, da Susan, da autora Susan Fletcher.


Sinopse:

Um lugar úmido onde flores aparecem misteriosamente na porta das casas. Pessoas olham com desconfiança. Uma infância atribulada e intensa. Isso é só o começo de uma história cujo cenário é repleto de cores e intuição.

Olhos de menina são os olhos de Eve Green, uma criança sensível que se torna uma mulher singular, que tem de aprender a enfrentar difíceis lições. Eve, cujo nome significa "aquela que respira, que vive" convive com uma dor reprimida e com estranhas amizades.

No romance de Susan Fletcher, jovem escritora de formação e profissão, que em seu primeiro trabalho já saiu com dois prêmios literários que revelam grandes autores no Reino Unido, passado e presente transitam em harmonia.

Fletcher trabalha com cenas memoráveis em que transcendem os pensamentos e as características físicas da protagonista, o que confere um traço forte de narrativa fotográfica, com raios incisivos e filtros de cor.

A capa da edição brasileira, além de manter o mistério da personagem, não mostrando um rosto reconhecível, destaca os cabelos ruivos de Eve - marca tão forte da sua diferença e da sua identidade. Vê-se uma menina ruiva de costas, envolta numa atmosfera de encantamento e mistério.

O diferencial de usar um penteado como o coque ressalta a perspectiva que prevalece da personagem no livro, a de Eve adulta. Uma retrato evocativo, um tanto nostálgico e romântico, com uma sugestão de papel de parede no fundo e uma rosa vermelha em primeiro plano.

Interessante notar no título a palavra olhos, sobretudo o fato de estes olhos estarem localizados na parte de trás da cabeça - como se a personagem tivesse o poder de enxergar por trás. A imagem da capa reflete o texto, que trabalha a força da intuição da Eve.
Não quero falar sobre romance. Definitivamente.
Quero falar sobre o tipo de história que tenho certeza de que você nunca leu.
Chame de romance se quiser, mas é uma história intrigante com sua simplicidade marcante!

Esse livro foi um presente de aniversário de 18 anos e, devo dizer, foi uma das melhores literaturas que li, para aqueles que sabem valorizar uma história simples e de grande valor, com seus detalhes fora do comum e o dom incrível que a autora tem de prendê-lo aos menores detalhes, páginas e páginas que você faz voar em questão de minutos almejando as últimas falas, os últimos atos.

Uma protagonista fora de série, com um estilo próprio e uma personalidade arrebatadora!

É isso.
Nos vemos o>
Boa leitura. B]

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